sexta-feira, 27 de abril de 2012

Mãe Fátima de Oxum recebe homenagem no Festival Pernambuco em Dança 2012

Fred Salim (Coordenador Geral), Mãe Fátima  de Oxum e Dani Bastos (Coordenação de Produção) do Festival Pernambuco em Dança 2012

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Secult-PE e Fundarpe lançam convocatória nacional para o FIG 2012

05.04.2012 - 10h04

Secult-PE e Fundarpe lançam convocatória nacional para o FIG 2012

22º edição do Festival acontece de 12 a 21 de julho e recebe propostas artísticas e de formação cultural até 27 de abril
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A partir do próximo dia 9 até 27 de abril, artistas e produtores culturais de todo país poderão enviar suas propostas artísticas para participar do Festival de Inverno de Garanhuns 2012. O edital da Convocatória (em anexo) tem por objetivo democratizar o acesso dos artistas a este que é um dos festivais de arte e cultura mais importantes do país. É também uma forma da comissão responsável pela montagem da programação tomar conhecimento dos novos projetos artísticos que estão sendo realizados no país, em todos os segmentos: música, teatro, dança, circo, artes visuais, formação, entre outros; formando, com isso, uma grade diversificada e de qualidade.

A programação cultural do 22º FIG – que acontecerá de 12 a 21 de julho – contará com oficinas, shows, cortejos, performances, intervenções, espetáculos, palestras, exposições, mostras, encontros, ações de patrimônio, entre outras atividades. As propostas devem ser entregues no protocolo da Fundarpe (Rua da Aurora, 463/469 – Boa Vista – Recife) ou enviada pelos Correios. O resultado será divulgado no dia 11 de junho.


Confira AQUI a Convocatória Nacional.

Confira AQUI os formulários para inscrição de propostas artísticas e de formação cultural.


Para acompanhar todos os detalhes do evento, curta a página oficial da Secretaria de Cultura no facebook: http://facebook.com/secultpe E também o twitter oficial do festival: http://twitter.com/fig_pe

http://www.fundarpe.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-lancam-convocatoria-nacional-para-o-fig-2012

terça-feira, 27 de março de 2012

Coordenadora de produção do Pernambuco em Dança expressa a alegria e o orgulho em integrar a equipe do Festival

Coordenadora de produção do Pernambuco em Dança expressa a alegria e o orgulho em integrar a equipe do Festival



Foto: Tenily Sales


“Sinto uma imensa alegria e orgulho em integrar a equipe do Festival Pernambuco em Dança. É imensamente satisfatório participar da construção de um espaço/evento de fato democrático, inclusivo, agregador, amplo, livre e aberto às novas linguagens e tendências.
Durante os dias do Festival, mergulhamos na riqueza da diversidade cultural brasileira que se expressa pelo viés da dança, em suas variadas cores, expressões, movimentos e emoções. O Pernambuco em Dança é uma oportunidade ímpar de encontros, de trocas, de celebração e de aprendizado.
As inovações deste ano vêm com a interiorização do Festival, que realizará etapas em três cidades do interior: Paudalho, Bezerros e Ipojuca e a participação dos grupos de culturas populares e tradicionais sem intervenções cênicas de nenhuma espécie, dando visibilidade e valorizando nossas raízes culturais.
Um salve ao Pernambuco em Dança 2012 e também aos seus homenageados: André Madureira e o Balé Popular do Recife e a Yalorixá Mãe Fátima de Oxum, representando a influência da matriz africana na dança brasileira.”

Dani Bastos - Coordenação de Produção do Festival Pernambuco em Dança 2012
 

segunda-feira, 26 de março de 2012

A beleza que canta - Clara Nunes terá museu em agosto, quando completaria 70 anos

 

  • Ela foi a primeira a quebrar o tabu de que mulher não vendia disco com as mais de 100.000 cópias do compacto “Tristeza, Pé no Chão”, em 1973. Inovou ao levar religiosidade e elementos estéticos africanos para o meio fonográfico. E foi uma das pioneiras no resgate de baluartes do samba, como Cartola (1908-1980) e Nelson Cavaquinho (1911-1986). Em agosto, quando completaria 70 anos, Clara Nunes (1942-1983) finalmente terá um memorial todo dedicado a seu acervo em Caetanópolis, sua cidade natal, a 100 quilômetros de Belo Horizonte. Em breve, a casa em que nasceu, doada à prefeitura no fim de 2011, também será restaurada, e ajudará a formar um circuito considerável em torno da imagem da cantora.
    “Clara não jogava nada fora, guardou até a roupa com que foi coroada Rainha do Carnaval em Belo Horizonte, nos anos 1960. Depois que ela morreu, guardamos tudo. Discos de Ouro, troféus, acessórios, fantasias, reportagens, mais de 2.000 fotos. Já são 29 anos de luta para criar o Memorial Clara Nunes. Devo ter feito uns seis projetos, mas só agora conseguimos levar à frente. Temos até o apoio da Universidade de São João Del Rei, que está restaurando o acervo e organizando a montagem da exposição”, conta Maria Gonçalves, também conhecida como Dona Mariquita, irmã de Clara.
    O memorial será inaugurado junto com a sétima edição do Festival Clara Nunes, no início de agosto. Além das atrações tradicionais, como pintura, dança, música e a presença da Velha Guarda da Portela – escola que homenageou a cantora no samba-enredo deste ano –, Dona Mariquita convidará todos os amigos de Clara para o evento. A ideia da Secretaria de Cultura da cidade é que a edição deste ano seja a maior de todas.
    Foi ainda em Caetanópolis – na época Cedro, distrito de Paraopeba – que Clara começou a participar de concursos de calouros. Mas só em Belo Horizonte ela se consolidou como cantora, ao ganhar a fase mineira do concurso “A Voz de Ouro do ABC” e se classificar no terceiro lugar nacional. “Foi aí que ela veio ao Rio gravar seu primeiro LP, em 1966. Ela começou cantando bolero, versões de músicas francesas e italianas, flertou com a Jovem Guarda, participou de festivais universitários... Mas só a partir dos anos 1970, quando mudou todo seu conceito de música e estética, começou a fazer sucesso”, afirma o jornalista Vagner Fernandes, autor de Guerreira da Utopia (Ediouro, 2007).
    Com seu novo produtor, o radialista Adelzon Alves, Clara construiu uma nova imagem ligada às raízes da cultura brasileira. Começou a gravar sambas, frevos, forrós e jongos, mudou a forma de interpretar e passou a usar roupas e acessórios que remetiam a religiões afro-brasileiras. “Essa imagem foi construída, mas Clara sempre se interessou por essas religiões. Aliás, ela era espiritualista, acreditava em qualquer caminho que pudesse levá-la a Deus”, diz Fernandes. O sincretismo religioso será um dos pontos fortes do memorial, que terá desde objetos de umbanda e candomblé até o acervo barroco que decorava a casa da cantora no Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/a-beleza-que-canta

domingo, 25 de março de 2012

Homenagem especial: Mãe Fátima de Oxum

Mãe Fátima de Oxum. Foto: Gianfrancesco Mello

“Fico feliz com essa homenagem do Pernambuco em Dança. Agradeço primeiramente a Deus e a meu Orixá, além dos organizadores desse Festival tão importante para a cultura local. Seu Fred Salim, eu lhe agradeço demais por lembrar da minha pessoa.” Foi dessa maneira que Maria de Fátima Diniz Costa, mais conhecida como Mãe Fátima de Oxum, agradeceu ao Pernambuco em Dança pela homenagem no ano de 2012. Quem olha para aquela senhora de gestos simples e sorriso largo, não imagina a história de vida dessa mulher. Ela passou a infância e a adolescência entre os bairros de Campo Grande, Iputinga e Ipsep, na Região Metropolitana do Recife, e sempre teve uma vida sofrida. De formação católica, Maria de Fátima conheceu o candomblé por causa de uma doença que os médicos não descobriam. Na ocasião, ela foi levada a um terreiro que existia no bairro de Beberibe, no Recife. Foi a partir desse momento, que Mãe Fátima de Oxum descobriu a sua verdadeira vocação, ou seja, ajudar o próximo por meio da doutrina espiritual do candomblé. Atualmente, a yalorixá comanda o Terreiro Ilê Axé Oxum Ninin, que fica no Maranguape II, em Paulista.

sábado, 17 de março de 2012

Abertas inscrições de prêmio para trabalhos sobre relações de gênero

17/03/2012 20h15- Atualizado em 17/03/2012 20h15

Abertas inscrições de prêmio para trabalhos sobre relações de gênero

Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero chega a sua 5ª edição em PE.
Violência doméstica e mulher e meio ambiente estão entre os temas.

Do G1 PE
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Estão abertas as inscrições para o V Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero, que procura estimular e fortalecer a produção crítica de conhecimentos sobre as relações de gênero, contribuindo para a promoção dos direitos das mulheres em sua diversidade, através de pesquisas e estudos que busquem contemplar as dimensões de raça, etnia e classe social. Violência doméstica e sexista, inserção das mulheres nos espaços de poder, mulher e meio ambiente e agricultoras familiares e reforma agrária estão entre os temas propostos. As inscrições seguem até o dia 5 de junho.
O prêmio é destinado para estudantes do ensino médio - que concorrerão a 10 tabletes -, estudantes de graduação - três prêmios de R$ 5 mil -, estudantes de pós-graduação - três prêmios de R$ 8 mil para artigos científicos - e professores da rede pública com relatos ou projetos de experiência pedagógica, com premiação de 10 tabletes e auxílio para participação de congressos sobre a temática abordada.
Os estudantes de graduação, pós-graduação e do ensino médio também poderão concorrer apresentando um roteiro de documentário digital curta-metragem, que ganhará R$ 20 mil para execução do projeto, em parceria com a produtora de vídeo da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), a Massangana Multimídia Produções.

A instituição de ensino que apresentar o maior número de inscrições receberá prêmio de reconhecimento institucional, composto por diploma, assinatura da Revista Continente e kit educativo de livros e CDs. Nessa modalidade, será contemplada uma instituição da Região Metropolitana do Recife, uma da Zona da Mata, uma do Agreste e outra do Sertão do estado.
A premiação é coordenada pela Secretaria da Mulher (SecMulher), Secretaria de Educação (SE), Secretaria de Ciência e Tecnologia (SECTEC), Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

Outras informações podem ser obtidas através do edital ou pelo telefone (81) 3073-6577.
http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2012/03/abertas-inscricoes-de-premio-para-trabalhos-sobre-relacoes-de-genero.html

quinta-feira, 15 de março de 2012

Seminário discute questões relacionadas a memória, patrimônio e cultura

12.03.2012 - 16h03

Seminário discute questões relacionadas a memória, patrimônio e cultura

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De 21 a 23 deste mês, o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, realizará o I Seminário de Memória & Patrimônio Cultural – Sujeitos, Práticas e Políticas Públicas. Esta é a primeira ação do Programa “Cultura: bom para pensar”, criado recentemente pela Secretaria de Cultura com o intuito de abrir um espaço de reflexão e aprofundamento de questões atuais e desafiadoras relacionadas à cultura. O programa se configura como um fórum democrático, dinâmico e aberto à diversidade de pensamentos e práticas, que pretente estimular a discussão de questões presentes no dia a dia da gestão e produção cultural. A ideia é que aconteça um evento mensal, ligado a diferentes campos e linguagens.

“O objetivo do seminário é discutir a relação entre memória, patrimônio e gestão pública com profissionais de diversas áreas e seus múltiplos conceitos de memória, articulando a discussão e criando um espaço de diálogo”, explica José Brito, Historiador da Diretoria de Preservação Cultural.

Serão quatro mesas temáticas que discutirão de cultura popular e oralidade à redes sociais e ciberespaço, sempre sob o viés da memória e do patrimônio cultural. A abertura é no dia 21 (quarta-feira), a partir das 14h, no auditório da Polícia Civil, com a mesa “Memória, políticas públicas e patrimônio: diálogos possíveis”, coordenada pelo secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, Fernando Duarte. Compõem a mesa a Profª Drª Luciana Quillet Heymann (FGV) e o Prof. Dr. Antonio Torres Montenegro (UFPE).

Às 9h do dia 22 (quinta-feira), tem início a segunda mesa temática sobre “Memória, redes sociais e ciberespaço” com os palestrantes Prof. Dr. Antonio Paulo Rezende (UFPE), Prof. Dr. Marcos Galindo Lima (UFPE) e H. D Mabuse (C.E.S.A.R)

A mesa “Memória, paisagem e lugar: decifrando a cidade, compondo o urbano”, começa às 14h também do dia 22, e conta com a presença da Profª Drª Regina Beatriz Guimarães Neto (UFPE), Profª Drª Virgínia Pontual (UFPE) e Profª Drª Sylvia Couceiro (Fundaj /MEC).
E fechando a programação, os professores Márcio Caires (Conselho Estadual de Cultura - BA), Isabel Cristina Martins Guillen (UFPE) e Carlos Sandroni (UFPB e UFPE) participam da mesa “Memória, tradição oral e cultura popular: discursos, narrativas e práticas sociais”, de 9h às 12h do dia 23/03.

O seminário é aberto ao público em geral e as inscrições são gratuitas. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível aqui, e enviá-la para o e-mail culturapensar@gmail.com.
As vagas são limitadas.

Clique aqui para acessar a programação completa do seminário


Serviço:Data: de 21 a 23 de março de 2012
Local: Auditório da polícia civil / SDS (100 lugares)
Rua da Aurora 487 – Boa Vista – Recife (ao lado da Fundarpe)


Mais informações:(81) 3184 3062 - culturapensar@gmail.com

terça-feira, 13 de março de 2012

ESTÁGIO REMUNERADO NO MUSEU DA ABOLIÇÃO - MAB

ESTÁGIO REMUNERADO NO MUSEU DA ABOLIÇÃO - MAB
30 horas semanais, nos termos da Lei Nº 11.788/2008.

O Museu da Abolição - MAB, unidade museológica vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus / Ministério da Cultura, realiza seleção de candidato para estágio de nível superior, de estudantes matriculados nos cursos de museologia, história, turismo ou ciências sociais.
MUSEU DA ABOLIÇÃO - MAB
Localizado no Bairro da Madalena, no início da Av. Caxangá, o MAB possui uma exposição permanente, denominada Exposição em Processo, elaborada e montada com participação da sociedade, um amplo jardim aberto ao público, um mini-auditório/sala de vídeo, uma biblioteca/arquivo disponível para consulta, serviços de mediação de exposição e um estúdio para ensaios de grupos musicais, gratuito.
As principais atividades do museu consistem na realização de exposições temporárias, debates e palestras sobre temas de interesse da instituição e promoção de atividades culturais e educativas diversas.

ATIVIDADES APLICÁVEIS AO ESTÁGIO:
- Auxílio nas atividades administrativas relativas ao funcionamento do Museu e de suas ações;
- Mediação e atendimento aos visitantes e usuários dos serviços do Museu;
- Auxilio nas atividades de manutenção, organização e conservação dos acervos e serviços;
- Participação nas atividades relativas às exposições, eventos e programas educativos.

REQUISITOS INDISPENSÁVEIS PARA SE CANDIDATAR ÀS VAGAS DE ESTÁGIO:
- Estar regularmente matriculado em curso de nível superior em uma das seguintes áreas: museologia, história, turismo ou ciências sociais.

PERFIL DESEJADO:
- Ter afinidade com as questões referentes aos temas tratados pelo MAB;
- Interesse em desempenhar mediação de grupos às exposições;
- Possuir conhecimentos básicos em: informática e internet: instalação de programas, utilização de aplicativos de escritório (editores de texto, planilhas eletrônicas, bancos de dados, editores de imagens), uso de e-mails, redes sociais, mecanismos de busca, blogs etc;
- Ter participado de atividades realizadas pelo Museu da Abolição (com comprovação).
Os interessados devem encaminhar seus currículos com e-mail e telefones, até o dia 19.03.2012, para: mab@museus.gov.br

INFORMAÇÕES:  Rua Benfica, 1150, Madalena | Recife/PE - Tel. 3228-3248 | mab@museus.gov.br

Festival Pernambuco em Dança 2012



Confiram as novidades do Festival Pernambuco em Dança 2012!

http://pernambucoemdanca.blogspot.com


sábado, 10 de março de 2012

FLD abre editais 2012

A FLD abriu quatro editais e está recebendo projetos nas seguintes áreas temáticas: Economia Solidária e Comércio Justo; Soberania e Segurança Alimentar aliados à conservação da Caatinga; Diaconia; Juventudes e o Direito à Comunicação. Os editais estão disponíveis abaixo para download.

Os projetos devem ser elaborados a partir do formulário de projetos, que também está disponível abaixo para download. Depois de prontos, os projetos devem ser anexados a uma mensagem de correio eletrônico, identificando como assunto necessariamente o número do Edital, e encaminhados para o endereço eletrônico projetos@fld.com.br.

O prazo final de envio dos projetos é 5 de abril de 2012. Como data de recebimento será considerada aquela registrada no servidor de mensagens eletrônicas. Não serão aceitas propostas enviadas via correios e/ou fora do formulário da FLD.

Ainda, em caso de aprovação do projeto, a FLD poderá solicitar alguns documentos comprobatórios da existência, regularização e atuação da organização.

Para mais informações ou dúvidas:
Fundação Luterana de Diaconia - FLD
(51) 3225-9066
projetos@fld.com.br

http://www.fld.com.br/noticia.php?ID=230

segunda-feira, 5 de março de 2012

A grife Minha Fé apresenta um novo olhar para a moda

segunda-feira, 5 de março de 2012


A grife Minha Fé apresenta um novo olhar para a moda


Por Erika Fraga

Como todos sabem o mercado da moda não tem um formato definido, ele varia de acordo com as tendências e costumes culturais da sociedade. Isso faz com que a cada dia surjam marcas com novos conceitos. Um exemplo é a grife pernambucana Minha Fé, que une moda a religiosidade em um formato mais moderno.

Criada pela produtora cultural e estilista Dani Bastos em parceria com o designer gráfico Zé Ricardo, a marca chega ao mercado com a promessa de inovar o cenário da moda religiosa. “A ideia de trabalhar com o tema afro-brasileiro unido ao catolicismo surgiu há um ano, pois identificamos que na região não existia uma variedade de camisas voltada para esse estilo. O que encontrávamos era algo muito sisudo, usado em geral por senhoras. Faltava unir a religiosidade à moda jovial e moderna”, relata Dani ao explicar o motivo que a fez trabalhar nessa linha. A grife produz camisas, bolsas e bijuterias, porém o carro-chefe da Minha Fé são as camisas inspiradas em São Jorge. “Somos devotos de São Jorge, mas também desenvolvemos peças ligadas a orixás, a santos das religiões cristãs, entre eles, Cosme e Damião, Nossa Senhora da Conceição...”.

Procurada geralmente por pessoas ligadas a cultura, música e teatro, a grife apresenta uma logomarca composta pelas ferramentas de Ogum (a espada, a lança, o escudo, o martelo, a marreta, a enxada...), representado por São Jorge. Outra peculiaridade são as camisas que trazem no verso um trecho da oração do santo ou a lenda no caso dos orixás. Já para a próxima coleção, a grife irá lançar uma linha voltada para o público infantojuvenil, que apresentará a religiosidade de uma forma mais lúdica, porém sem perder a seriedade e sem transformar em algo banal.

Atualmente toda a produção das peças está sendo terceirizada, porém a dupla revela que anda desenvolvendo um projeto em parceria com o Terreiro Ilê Axé Oxum Mimin de Maranguape II, que levará à geração de trabalho e renda às mulheres de lá, as quais, em sua maioria, são donas de casa com dificuldade de acesso ao mercado de trabalho. “Essa parceria consiste em capacitar essas mulheres para que elas possam aprender uma profissão e trabalhar conosco na produção das peças. Eu vou ministrar as oficinas de bijuteria e a mãe de Fátima ministrará a oficina de costura”, comenta.



Grife Minha Fé
Dani Bastos – 9133-3571
grifeminhafe.blogspot.com | grifeminhafe@hotmail.com

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Editais Prêmio Economia Criativa

Inscrições até 30 de março

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Economia Criativa (em estruturação) publicou dois editais do Prêmio Economia Criativa no dia 30 de dezembro de 2011, no Diário oficial da União (Seção 3 página de 29 a 31) e inscrições vão de 13 de fevereiro a 30 de março. Foi publicada também uma retificação no nome do Prêmio, no DOU de 14/02/2012.
O Edital de Fomento a Iniciativas Empreendedoras e Inovadoras irá identificar, reconhecer, fomentar e difundir as iniciativas empreendedoras e inovadoras da sociedade civil atuantes nos setores criativos. Serão premiadas 150 iniciativas selecionadas nas seguintes categorias: Novos Modelos de Gestão de Empreendimentos e Negócios Criativos e Formação para Competências Criativas. A premiação será de R$ 3,6 milhões.
Já o Edital de Apoio à Pesquisa em Economia Criativa selecionará estudos e pesquisas acerca de temas da economia criativa nos contextos macroeconômico e legal-institucional brasileiros. Serão agraciadas 22 pesquisas. O apoio destina-se a pesquisadores da área acadêmica com atuação na área da pesquisa. A premiação será de R$ 810 mil reais divididos em três categorias: Teses – Doutorado; Dissertações – Mestrado e Produção em grupo.
As inscrições serão realizadas até as 23h59 do dia 30 de março de 2012, pelos seguintes meios:
a) Pela internet, através do Formulário de Inscrição disponível abaixo;
b) Pelos Correios, obrigatoriamente por meio de correspondência registrada e
prioritariamente por SEDEX, fazendo constar no campo “Destinatário” o endereço:
PRÊMIO ECONOMIA CRIATIVA
EDITAL DE APOIO À ESTUDOS E PESQUISAS EM ECONOMIA CRIATIVA
INSCRIÇÃO / (nome da Categoria)
Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural – SID
SCS, Quadra 9, Lote “C”,
Edifício Parque Cidade Corporate , Torre B , 11º andar
Brasília DF – CEP 70.308-200
Não serão consideradas inscrições eletrônicas ou postadas nos Correios após a
data/horário limite, sendo que no caso da postagem nos Correios
valerá data e horário registrados no comprovante oferecido pela Empresa.
O proponente deverá realizar sua inscrição pelos Correios, somente no caso da
impossibilidade de realizá-la por meio eletrônico, via internet.
Acesse a Cartilha explicativa do Prêmio Economia Criativa.

Confira abaixo os editais e os respectivos formulários para inscrição:

  • Edital de Apoio à Pesquisa em Economia Criativa
Acesse aqui o edital
Acesse aqui o formulário de inscrição.
Acesse aqui o Termo de Compromisso
Acesse aqui o Recurso de Habilitação

  • Edital de Fomento a Iniciativas Empreendedoras e Inovadoras
Acesse aqui o edital.
Acesse aqui o formulário de inscrição.
Acesse aqui o formulário para recurso.
Acesse aqui o Termo de Licenciamento de Uso.
Acesse aqui o Glossário.
Acesse aqui a Declaração.
Acesse aqui a Procuração.
Para realizar sua inscrição acesse o Salicweb

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O GÊNERO , O CANDOMBLÉ



O sistema mítico do candomblé não é fragmentário nem excludente.

Ele é totalitário no sentido de abranger o ser humano como um todo e integrativo.

Os mitos, os processos de iniciação, os rituais, enfim, toda a estrutura mítica do candomblé obedece a uma lógica própria, lógica essa que concebe o tempo e o espaço diferentemente de como os concebe o mundo racional. A racionalidade do tempo cronológico reedifica o homem, estabelece a perda da identidade, sustenta a particularização e especialização da cultura ocidental.

Seguindo o estudo de outra autora, Ronilda Ribeiro, dizemos como ela que a noção de pessoa na África Negra, e consequentemente no candomblé, "é tida como resultante da articulação de elementos estritamente individuais herdados e simbólicos. Os elementos herdados
o situam na linhagem familiar e clânico enquanto os simbólicos a posicionam no ambiente cósmico, mítico e social".

A questão da ancestralidade, do princípio de senioridade, da palavra, do poder, da integração, da inclusão, da vida comunitária, da pragmática, da inocência, da valorização e integração com a natureza,da bipolaridade dos elementos, da Força Vital, dos ritos funerários e da concepção de morte, da produção etc., são também elementos componentes desta visão de mundo africana, que, entretanto, deverão ser aprofundados em mais pesquisas.

A dualidade dos elementos não é negada no candomblé. Pelo contrário, a bipolaridade é assumida. Não existe o "bem" e o "mal", existem forças,energias, que podem ser manuseadas, tanto negativo como positivamente,ou melhor dizendo, que podem ser manipuladas tanto para a construção como para a destruição. É curioso perceber que nas religiões africanas não deixa de ser comum a existência de divindades duplas, isto é, uma divindade feminina e outra masculina, ambas possuindo o mesmo poder. Essa característica estruturante das religiões africanas chegou ao Brasil através do candomblé, e é por isso que podemos dizer que o princípio da sexualidade estrutura todo o sistema desta religião de matriz africana.

A importância da mulher tanto no ritual das religiões de matriz africana no Brasil, quanto na sustentação da vida social da família, tem motivos históricos. A mulher negra, após a "abolição da escravatura", viu-se frente a uma estrutura social onde o homem negro, alijado do mercado de trabalho, expropriado de sua força de trabalho e marginalizado por sua condição racial já não podia manter o núcleo familiar como outrora. Diante deste quadro a mulher negra assume a responsabilidade de encontrar alternativas de sobrevivência da família, em última instância, para a sobrevivência do grupo.

Ao homem negro, despreparado e marginalizado do processo de industrialização nascente, restam as tarefas sociais mais humilhantes e a marginalizadas. Neste contexto, a mulher negra tomará a si a responsabilidade para manter a unidade familiar, a coesão grupal e preservar as tradições culturais, particularmente as religiosas. Apesar das condições subumanas que a escravidão/ "liberdade" deixou a população negra, as mulheres negras lograram encontrar maiores opções de sobrevivência do que o homem negro. Elas foram para as cozinhas das patroas brancas, foram para os mercados vender quitutes, desenvolveram todas as estratégias de sobrevivência; assim criaram seus filhos carnais, seus filhos de santo abrigaram seus candomblés, adoraram seus deuses, cantaram, dançaram, e cozinharam para eles.

A mulher negra, assim, encontra no candomblé não apenas plenas possibilidades de realizar-se religiosamente, como também política e socialmente. Com efeito, na cosmovisão das religiões de matriz africana não existe uma distinção muito nítida entre o sagrado e o profano, estas duas esferas interpenetram-se.

A mulher que quotidianamente, no mundo ocidental, vive em conflito com o social, porque relegada a um plano inferior da existência em sociedade, encontra-se nos ritos do candomblé a forma de ritualizar este conflito. Assim, se cozinhar é uma tarefa menor, sem valorização social, assim como as atividades domésticas em geral, no candomblé tais tarefas possuem um valor inestimável. A realização das referidas tarefas é um privilégio que não cabe a todos. Essa valorização redimensiona o papel da mulher tanto no plano místico do candomblé, quanto no plano social.

Como a mulher, no candomblé, comumente dirige os "terreiros" na figura da yalorixá, da mãe-de-santo, ela conhece todos os rituais e segredos da mística religiosa afro-brasileira, além de ser a responsável pela administração da "roça" . Ora, " aprendendo e ensinando a religião dos orixás, a mulher negra desenvolve suas próprias capacidades administrativas, políticas-sociais, humanas e religiosas".

A valorização da mulher não implica a dominação dos homens. No candomblé, apesar dos conflitos, não existe esta pulsão de eliminação do outro porque este outro é diferente. Como vimos insistindo, o que existe é a complementaridade das funções, e não o predomínio de um gênero sobre o outro. Isto só é possível porque na cosmovisão do candomblé , a "existência dos orixás essencialmente femininos, de orixás essencialmente masculinos e de orixás ambivalentes ou andróginos, expressa uma compreensão profunda da própria sexualidade humana"

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Livro Coco de Umbigada: Cultura Popular como Ferramenta de Transformação Social


Coco de Umbigada: Cultura popular como ferramenta de transformação social O livro da pesquisadora e produtora cultural Dani Bastos resgata a cultura popular, fortalecendo a importância do bairro de Guadalupe para a construção de uma identidade local. A narrativa fala da ascensão da mulher, a pré-produção e a produção da Sambada de Coco, como também da violência que o Ponto de Cultura Coco de Umbigada, localizado no bairro de Guadalupe, em Olinda, sofreu. São essas histórias e muitas outras que estruturam e dão forma a um local tão inspirador, pulsante e democrático. A comunidade de Guadalupe atua de forma direta nessa construção, fortalecendo assim o Ponto e o inserindo na cultura da Cidade. Patrocinada pela Funarte, a obra contém 235 páginas. R$ 20.

Fonte: http://www.recife.pe.gov.br/pr/seccultura/fccr/agenda/index_eventos.php?AgendaEdicaoAno=2012&AgendaEdicaoNumero=198&TiposEventosCodigo=7

Mãe Beata de Iyemonjá



BEATRIZ MOREIRA COSTA, nascida em 20 de janeiro de 1931, em Cachoeira do Paraguaçu, Recôncavo Baiano, filha de Maria do Carmo e OscarMoreira, utiliza-se da mãe e do pai como exemplos de vida.
"Minha mãe chamava-se do Carmo, Maria do Carmo. Ela tinha muita vontade de ter uma filha. Um dia, ela engravidou. Acontece que, num desses dias, deu vontade nela de comer peixe de água doce. Minha mãe estava com fome e disse: 'Já que não tem nada aqui, vou para o rio pescar.' Ela foi para o rio e, quando estava dentro d'água pescando, a bolsa estourou. Ela saiu correndo, me segurando, que eu já estava nascendo. E eu nasci numa encruzilhada. Tia Afalá, uma velha africana que era parteira do engenho, nos levou, minha mãe e eu, para casa e disse que ela tinha visto que eu era filha de Exu e Yemanjá. Isso foi no dia 20 de Janeiro de 1931. Assim foi o meu nascimento.”
Sua mãe, mulher negra trabalhadora, mas de saúde frágil, legou à sua filha grande respeito à pessoa humana e seu pai, Oscar, a característica de saber lidar com as ferramentas do trabalho e da vida.
Na década de 50 Beatriz muda-se para a cidade de Salvador, ficando sob os cuidados de sua tia Felicíssima e seu marido, Anísio Agra Pereira (Anísio de LogumEde, babalorixá) , na Avenida Ribeiro dos Santos na Sete Portas. Durante dezessete anos, Beata (como é conhecida desde a infância) foi abian de seu tio, que posteriormente falece levando-a a procurar Mãe Olga do Alaketu, que a inicia no candomblé para o orixá Iemanjá no terreiro Ilê Maroia Laji (Alaketu – Salvador).
Mulher que mesmo presa a princípios tradicionais em razão da influência de uma família patriarcal torna-se de vanguarda ao fazer cursos de teatro amador e participar de grupos folclóricos. Casa-se com Apolinário Costa, seu primeiro namorado, com quem teve quatro filhos, Ivete, Maria das Dores, Adailton e Aderbal Moreira Costa. Sua mãe Maria do Carmo antes de falecer tutela a filha a sua yalorixá , Olga do Alaketu.
Em 1969 Biata separa-se de seu marido e migra para o Rio de Janeiro em busca de melhores condições de vida para ela e sua prole, história comum a tantas outras mulheres negras nordestinas, o sonho da cidade grande.
Sem apoio da família consangüínea, é na família-de-santo que encontra acolhimento, a história se repete no sentimento de resistência do quilombo contemporâneo que reconstrói a auto-estima desta mulher negra.
Para as famílias tradicionais da Bahia da época, mulher separa era mulher de ninguém, ainda mais com quatro filhos. Canta-se um samba, um samba-de-roda baiano que “samba bom é de madrugada, mulher sem homem não vale nada”, por certo não se enquadrava nesse perfil a figura dessa mulher ímpar.
Cria seus filhos com muita dificuldade, porém de modo digno, exercendo várias funções para prover o sustento próprio e dos filhos, como empregada doméstica, costureira, manicure, cabeleireira, pintora e artesã.
Com todas essas atividades e uma jornada árdua de mulher negra nordestina e separada, estigmas fortes para a época, não esquece seus laços religiosos, atuando em várias comunidades de terreiro no Rio de Janeiro mantendo e preservando sua descendência ancestral religiosa negra.
Começa a trabalhar como figurante na Rede Globo de Televisão, atividade resultante de contatos já existentes em Salvador, onde participou da novela “Verão Vermelho”, filmada na referida cidade. Logo após, consegue trabalho como costureira na mesma empresa, onde se aposenta e mantêm contatos com amigos até os dias de hoje.
Entre as décadas de 70 e 80 Biata faz várias viagens a Salvador para cumprir seus deveres religiosos com a Casa de Candomblé na qual foi iniciada, visto que, mesmo atuando religiosamente em casas de parentes religiosos no Rio de Janeiro, seu cordão umbilical estava preso à sua casa matriz, precisava saciar sua sede na fonte.
Durante este espaço de tempo a yalorixá, Olga do Alaketu, tem importância fundamental em sua vida, aconselhando e acolhendo a filha que lhe foi tutelada pela mãe biológica, a figura da mãe ancestral se faz presente. Ao entregar Biata à Olga, Maria do Carmo dá o sentido de continuidade a figura maternal, a mãe africana que acolhe e sustenta seus filhos, característica ainda hoje preservada nas comunidades religiosas de matriz africana.
Em 20 de abril de 1985 Mãe Olga do Alaketu vem ao Rio de Janeiro outorgar a sua filha o direito de ser chamada de “Mãe”, mais uma vez o ciclo se repete, o Ilê Omi Oju Arô (Casa das Águas dos Olhos de Oxóssi) casa em que Mãe Biata passa a ter o cargo de yalorixá. Transmite à comunidade de forma natural toda essa experiência de luta, absorvida facilmente por todos, dando início à participação ativa em discussões sobre questões raciais, sociais e políticas, tendo maior atuação nas questões de gênero, com enfoque principalmente sobre as mulheres negras.
Assim como Biata recebe de seu pai e de sua mãe ensinamentos de vida, ela consegue propagar á sua comunidade religiosa os mesmos princípios. O Ilê Omi Oju Arô, comunidade na qual Biata é sacerdotisa suprema, atua em diversas frentes sociais: religião e saúde, luta contra qualquer forma de discriminação e contra a intolerância religiosa, cultura da paz, acesso à educação, ações afirmativas, saúde da população negra, movimento de diálogo inter-religioso, direitos humanos, movimento de mulheres negras e movimento negro.

Vejamos agora em detalhes a atuação dessa líder religiosa:

ATIVIDADES RELIGIOSAS E SOCIAIS

1985 – Fundação da Comunidade de Terreiro Ilê Omi Ojú Arô (Casa das Águas dos Olhos de Oxóssi) de Beata de Iemanjá, pela sua Yalorixá Mãe Olga do Alaketu, em 20 de abril, no bairro de Miguel Couto, Nova Iguaçu;
1987 – Sedia em sua Comunidade de Terreiro o Terceiro Encontro Regional da Tradição dos Orixás, em 15 de novembro.
1989 – Sedia em sua Comunidade de Terreiro o Décimo Encontro Regional das Religiões Afro-brasileiras em 28 de novembro.
1991 – Recebe da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro moção honrosa e congratulação pela militância e resistência da Cultura, Religião, Cidadania e Dignidade da população Afro-brasileira. Recebe em 20 de novembro Diploma de Personalidade de Destaque da Comunidade Negra no mandado do Deputado Estadual Marcelo Dias no Rio de Janeiro.
1992 – Fórum Global – 92 - participa como cicerone e mentora religiosa no Encontro Mundial pela Paz – RJ. Inicia o Projeto Social Ação e Viver em 18 de maio – viabilizando a participação de jovens carentes da região e integrando-os á Comunidade de Terreiro. Miguel Couto, Nova Iguaçu. Recebe em 13 de maio Diploma de Honra ao Mérito da Prefeitura do Município de Belford Roxo – RJ.
1994 – Realiza no Ilê Omi Oju Arô dentro do Projeto Ação e Viver o Fórum de Debates “Cidadania x Violência”. Miguel Couto, Nova Iguaçu.
1998 – Inicia em julho no Ilê Omi Oju Arô o Projeto Comunidade Solidária do Governo Federal, capacitando profissionalmente na área de informática vinte e cinco jovens carentes da região e integrando-os à Comunidade de Terreiro. Promove em dezembro na sua Comunidade de Terreiro a campanha “Natal sem fome” com distribuição de roupas, brinquedos e cestas básicas à população carente da região.
1999 – Inicia em março a segunda turma do Projeto Comunidade Solidária capacitando profissionalmente jovens carentes da Baixada Fluminense. Miguel Couto, Nova Iguaçu. Realiza oficinas de percussão para jovens de Comunidade de Terreiro da Baixada Fluminense. Miguel Couto, Nova Iguaçu.
2000 – Comemora quinze anos da fundação de seu Terreiro intensificando as atividades sócio-culturais. Abril, Miguel Couto – Nova Iguaçu. Lançamento do Cd “Cantigas de Orixás”. Abril, Miguel Couto – Nova Iguaçu. Realização de oficinas de candomblé para não iniciados, universidades, escolas públicas, eventos culturais e turísticos. Abril, Miguel Couto – Nova Iguaçu.
2001 – Abertura do Rock in Rio, tenda por um mundo melhor.
2002 – Parceria com o Projeto Ató Ire – Saúde dos Terreiros. Parceria com a Ong Criola, que desenvolve projetos para mulheres negras. Lançamento do Projeto Oku Abo. Parceria com a Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu. Recebe o Prêmio Orilaxé, do Afro Reggae. Rio de Janeiro.
2004 – Implanta em sua Comunidade de Terreiro o “Projeto Acelera Jovem” em parceria com o Viva-Rio, voltado para jovens entre 15 e 25 anos que ainda não completaram o ensino fundamental. Outubro, Miguel Couto – Nova Iguaçu. 2004 – Recebe o Prêmio Ossain. Novembro, Rio de Janeiro. 2004 – Participa da peça “Olhos D'água”, de autoria de Ismael Ivo que retratava a discriminação racial através das vivencias de três atrizes negras, uma delas Mãe Biata. Casa da Cultura de Berlim, Alemanha.
2005 – Recebe a Medalha de Mérito Cívico Afro-brasileiro, homenagem conferida pela Universidade da Cidadania Zumbi dos Palmares. Maio, São Paulo.
2007 - Mãe Biata de Iyemonjá recebe o prêmio Bertha Lutz no Senado Federal.

OBRAS PUBLICADAS

1997 – Lança em 30 de abril o seu livro de contos “Caroço de Dendê, Sabedoria dos Terreiros” - RJ.
2000 – Lança “Tradição e Religiosidade”, in O livro da saúde das mulheres negras.Org. Jurema Werneck. Rio de Janeiro.
2005 – Publica em o livro “As histórias que minha avó contava” – RJ


ENCONTROS, SEMINÁRIOS E CONGRESSOS

1988 – Conferência Estadual da Tradição dos Orixás – Debates Ecumenismo e Cultos Afros. Maio, Rio de Janeiro.
Encontro da tradição dos Orixás, Religiões Afro-Brasileiras e seus Adeptos. Setembro, Rio de Janeiro.
1991 – Feira do Livro Afro-brasileiro – Seminário Xangô, o mito herói africano no Brasil. Outubro, Rio de janeiro.
1992 – Seminário “Planeta Fêmea Ética e Espiritualidade: Mulher e sagrado no século XXI”. Junho, Rio de Janeiro.
Encontro “Médicas, bruxas e curandeiras ”. Outubro, Tibá Bom Jardim – Rio de Janeiro.
1994 – Simpósio sobre Cultura e Religiosidade. Setembro, Berlim – Alemanha.
Semana da Cultura Brasileira – Outubro, Berlim – Alemanha.
Religião e Resistência Cultural – Outubro, Berlim – Alemanha.
1995 – Seminário Ervas Medicinas como Terapia. Novembro – Rio de Janeiro.
Pot-pourrit de Saúde – Folhas, Fé e Cura. Novembro - Rio de Janeiro.
300 Anos de Zumbi – Memórias de Resistência. Novembro – Rio de Janeiro.
1996 – Vigília Inter-religiosa de Oração pela Paz e pela Vida. Outubro – Minas Gerais.
1997 - Seminário A Comunidade Afro-brasileira e a Epidemia do HIV (AIDS). Julho, Rio de Janeiro.
Seminário em homenagem a Paulo Freire. Julho, Rio de Janeiro.
Feira de Exposição Afro-esotérica do Rio de Janeiro. Setembro.
Seminário Superando o Racismo. Outubro, São Paulo.
Seminário Candomblés Ontem e Hoje. Outubro, São Paulo.
Jornada Lélia Gonzalez. Dezembro, São Luiz – Maranhão.
1998 – Fórum Espiritual das Religiões Mundial. Julho, São Francisco – Califórnia/EUA.
Seminário Internacional: Rota dos Escravos. Agosto, Brasília / DF.
Seminário African Amerindian Performances From Brazil . Novembro, Nova Iorque/EUA.
2002 – 1º Simpósio Internacional de Contadores de História. Maio, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/RJ.
2004 – Fórum Cultural Mundial – Seminário A Casa Brasil África. Agosto, São Paulo.
2005 – IV Seminário Nacional Religiões Afro-Brasileiras e Saúde. Abril, Belém do Pará.
Encontro com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Nelson Jobim, em conjunto com mais quatro yalorixás para defender a constitucionalidade das cotas para a população negra na UERJ. Abril, Brasília/DF.
Encontro com o Procurador Geral da República, com o objetivo de reivindicar a implementação da Lei 10.639-03, que determina o ensino da História e Cultura Afro-brasileira nas escolas nacionais. Abril, Brasília/DF.
Encontro com a ministra Nilcéia Freire para a exposição das necessidades das mulheres integrantes das Comunidades de Terreiro. Abril, Brasília/DF.
Seminário Promoção da Igualdade Racial no Mercado de Trabalho. Abril, Brasília/DF.
2005 – Primeira Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Julho/agosto, Brasília/DF.
2005 – Congresso Internacional de Tradição e Cultura Iorubá. Agosto, Uerj.
Sacerdote supremo do candomblé origem ketu-iorubá.
Pessoa que ainda não passou pela iniciação no candomblé.
Sacerdotisa suprema do candomblé de origem ketu-iorubá.

Fonte:http://www.criola.org.br/nnh/nnh_mae_beata_de_yemanja.htm

 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Convocatória do Carnaval garante a valorização das matrizes da cultura pernambucana

Divulgação
Descrição da imagem
Gestores da Cultura e do Turismo apresentam convocatória para o Carnaval 2012
O Governo do Estado de Pernambuco lançou nesta terça-feira (17) a Convocatória para o Carnaval 2012. Como forma de propiciar ainda mais a integração das políticas de cultura e de turismo do Estado, a realização da festa será uma ação conjunta das secretarias da Casa Civil, Cultura/ Fundarpe e Turismo/ Empetur. O objetivo da Convocatória é promover a circulação de artistas, bandas, orquestras e agremiações carnavalescas nas quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco, com apresentações nas seguintes cidades polo: Águas Belas, Arcoverde, Belém do São Francisco, Bezerros, Catende, Goiana, Ipojuca, Itamaracá, Jaboatão dos Guararapes, Nazaré da Mata, Paudalho, Pesqueira, Petrolina, Salgueiro, Surubim, Tamandaré, Timbaúba, Trindade, Triunfo e Vitória de Santo Antão. “A convocatória, além de estabelecer um processo mais transparente e democrático de construção da grade de atrações, garante a valorização das matrizes do carnaval do Estado”, explica o secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa.

A partir desta quarta-feira (18) até o dia 25 de janeiro, artistas e produtores culturais de todo o país poderão apresentar suas propostas nas modalidades: Atração Nacional, Atração Estadual, Cortejos Carnavalescos e Orquestras Itinerantes de Frevo. “A inclusão dos cortejos carnavalescos e orquestras itinerantes fortalecem e incrementam o carnaval de rua, de chão, que em muitas cidades vem perdendo força. O Governo do Estado, como indutor da política cultural, deve promover o carnaval em todas as suas dimensões”, explica o secretário de Cultura, Fernando Duarte.

As propostas serão habilitadas e selecionadas por uma comissão formada por sete pessoas: três da Secretaria de Cultura/ Fundarpe, três da Secretaria de Turismo/ Empetur e uma da Casa Civil. A escolha das propostas levará em consideração o mérito artístico de cada atração que, por sua vez, será distribuída de acordo com o perfil cultural de cada cidade polo. O Governo do Estado reservará uma cota de 20% do total da programação para artistas e grupos convidados.

As inscrições serão feitas do Teatro Guararapes, no Centro de Convenções, das 9h às 18h. Sábado e domingo, das 9h às 13h. O resultado da Convocatória será no dia 30 de janeiro. O edital da convocatória está disponível nos sites www.setur.pe.gov.br e www.fundarpe.pe.gov.br.

Para ter acesso ao edital, clique aqui.
Os anexos do edital estão disponíveis aqui.

Mais informações: (81) 3184.3110

Fonte:http://www.fundarpe.pe.gov.br/convocatoria-do-carnaval-garante-a-valorizacao-das-matrizes-da-cultura-pernambucana

domingo, 15 de janeiro de 2012

Balaio de Ideias: Que orixá rege o ano?

postado por Cleidiana Ramos @ 2:04 PM
4 de janeiro de 2012
Mãe Stella faz preciosa reflexão sobre o Jogo de Búzios. Foto: Margarida Neide /Ag. A TARDE/ 08.11.2011

Maria Stella de Azevedo Santos

Este é um artigo que possui objetivo esclarecedor. Tentarei tornar compreensível um assunto que surge todo princípio de ano. A imprensa faz reportagens e as pessoas indagam uma das outras ou perguntam a si mesmas sobre o orixá que influenciará o novo ano que surge. Fazem isso na tentativa de adivinhar o que é preciso ser DIVINADO.
Adivinhar é fazer conjecturas sobre um tema usando a intuição, o que todo ser humano pode fazer. Divinar, todavia, é entrar em comunicação com o sagrado, através de rituais guiados por sacerdotes. É claro que todo ser vivo, por possuir uma parcela divina, é capaz de se conectar com os deuses. Mas a utilização de oráculos, os quais fornecem informações mais precisas sobre o destino da comunidade, requer uma preparação especial e um estilo de vida que propicia à intuição, inerente a todos, apresentar-se de maneira muita mais clara. A intuição se transforma aqui em revelação: quando os véus que encobrem os mistérios são retirados pelos deuses, a fim de que nossa jornada aconteça de uma maneira orientada e, assim, possamos cumprir a tarefa que nos foi legada com o mínimo de percalços possível, o que torna a vida bem mais leve.
Os leitores acostumados com os artigos que escrevo poderão estranhar a formalidade deste texto. É que “há tempo para tudo”: para contar anedotas, falar poesias, refletir sobre a vida… Esse tema pede seriedade! Faço isso porque creio ser a imprensa o meio ideal para esclarecer assuntos, que só não são melhor comentados por falta de oportunidade e conhecimento. Tendo agora essa oportunidade que me é dada pelo jornal A TARDE não quero desperdiçá-la. Mesmo tendo eu a consciência de que nada se modifica de um dia para o outro, aproveitarei o momento para tentar fazer com que a população melhor compreenda as respostas do oráculo trazido pelos africanos para o Brasil, esperando que as sementes aqui jogadas possam um dia florescer e dar bons frutos.
A pergunta correta não é qual o orixá que rege o ano, e sim qual o orixá que rege o ano para aquelas pessoas que cultuam estas divindades e estão vinculadas à comunidade em que o Jogo de Búzios foi utilizado. Se isso não for bem esclarecido e, consequentemente, bem compreendido, parece que todos os sacerdotes erram em suas respostas, uma vez que uma Iyalorixá diz que o orixá do ano é Iyemanjá, enquanto outra diz que é Oxum, ou um Babalorixá diz que é Oxossi. Mesmo correndo o risco de o texto ficar enfadonho, insistirei em alguns pontos, a fim de elucidá-los melhor. No nosso Terreiro, o Ilê Axé Opo Afonjá, o regente do ano 2012 é Xangô. A referida divindade, que se revelou no Jogo feito por mim, não está comandando o mundo inteiro, nem mesmo o Brasil ou a Bahia. Ela é o guia das pessoas que, de uma maneira ou outra (mais profunda – como é o caso dos iniciados; ou mais superficial – os devotos que freqüentam a “Casa”), estão vinculadas a mim enquanto Iyalorixá, ou ao Terreiro em questão.
O leitor, diante dessa explicação, poderá ficar confuso e sentir necessidade de perguntar: “E eu, que não cultuo orixá e não tenho relação com o Candomblé, não serei orientado nem protegido por nenhuma divindade?”. A resposta é: Claro que sim! Por aquela que você cultua ou acredita. Um católico, ou um protestante, será guiado pelos ensinamentos de Jesus; um budista, pelas sábias orientações de Buda… Outra pergunta ainda poderá surgir: “E quanto às pessoas que não são religiosas, elas ficarão a toa?”. Não, é claro que não. Essas serão guiadas e orientadas pela natureza, que é a presença concreta do Deus abstrato. Seus instintos, protegidos por suas cabeças e corações, conduzirão suas vidas de modo que seus passos sigam sempre na direção correta.
Que Xangô – divindade da eloqüência, da estratégia, do fogo que produz o movimento necessário a todo tipo de prosperidade – possa receber, de meus filhos espirituais, cultos suficientes para que fortalecido possa torná-los cada vez mais fortes para enfrentar as intempéries que todo ano traz consigo. Obrigado Ano Velho pelas experiências passadas para Ano Novo.

Maria Stella de Azevedo Santos é Iyalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá

Prefeitura da Ilha de Itamaracá abre Edital para Seleção de Propostas para o Carnaval Multicultural 012

A Secretaria de Educação e Cultura da Ilha de Itamaracá, publicou nesta sexta-feira (06/01/2012), o I Edital de Convocatória de Propostas para o Carnaval 2012. Constitui objeto desta Convocatória a criação de um banco de propostas de apresentações culturais que poderão ser utilizadas para compor a grade de programação do Carnaval Multicultural da Ilha de Itamaracá 2012, que será realizado no período compreendido entre 17 e 21 de fevereiro de 2012.

Os interessados deverão inscrever suas propostas, no período de 06 a 20 de Janeiro de 2012, de segunda a sexta-feira, durante o horário das 08 às 12 horas, no protocolo geral da sede da Secretaria de Educação e Cultura – SEC, Rua Padre Machado, 269, Pilar, Ilha de Itamaracá – PE CEP: 53.900-000. Serão também admitidas inscrições via Correios.

As propostas deverão, obrigatoriamente, ser entregues em 01 (uma) via impressa do formulário, em envelope lacrado e com a designação expressa da Área Cultural desejada (Cultura Popular, Música, Teatro e/ou Circo), de acordo com a seguinte orientação:

Pessoa Física - Apresentação obrigatória dos seguintes documentos:

<!--[if !supportLists]-->a)      <!--[endif]-->Formulário de inscrição (ANEXO I desta convocatória e também disponível na sede da SEC) em uma via devidamente preenchida e assinada pelo proponente ou seu representante legal;
<!--[if !supportLists]-->b)      <!--[endif]-->Comprovante de residência (cópia de conta de luz, água etc.);
<!--[if !supportLists]-->c)      <!--[endif]-->Histórico / Release (Currículo) da Pessoa Física e do grupo ou agremiação;

Pessoa Jurídica - Apresentação obrigatória dos seguintes documentos:

<!--[if !supportLists]-->a)      <!--[endif]-->Formulário de inscrição (ANEXO I desta convocatória e também disponível na sede da SEC) em uma via devidamente preenchida e assinada pelo proponente ou seu representante legal;
<!--[if !supportLists]-->b)      <!--[endif]-->Comprovante de residência (cópia de conta de luz, água etc.);
<!--[if !supportLists]-->c)      <!--[endif]-->Histórico / Release (Currículo) da Pessoa Jurídica;

  • Serão desclassificadas todas as propostas que não forem apresentadas no formulário fornecido pela SEC e que não estiverem devidamente assinadas pelo proponente ou representante legal do proponente.
  • Serão desclassificadas as propostas da Área de Música que não incluírem em seus anexos material de áudio (CDs) e/ou vídeo (DVDs).
  • Serão desclassificadas as propostas de Cultura Popular, Teatro e Circo que não incluírem em seus anexos materiais tais como fotos e/ou CDs e/ou DVDs.
Baixe Aqui:

http://portalculturaemfoco.blogspot.com/2012/01/prefeitura-da-ilha-de-itamaraca-abre.html?spref=fb

Os Terreiros de Pernambuco se encontram

Mãe Elza de Iemanjá convida a Todas e Todos deste Brasil, Pátria Amada, Idolatrada, Salve, Salve!  - País LAICO, para “JUNTOS”, enfrentarmos o Racismo e Preconceito que ainda paira sobre a nossa sociedade.
Nesta quinta-feira próxima dia 19 de Janeiro às 14h00min, os TERREIROS DE PERNAMBUCO se encontrão para celebrar o DIA (21/01) NACIONAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA.
Nossa história de Luta contra a Discriminação vem se arrastando ao longo dos anos; Entre elas, catalogamos uma das mais infelizes que se deu no ano de 2000. Por conta da perseguição, nossa comunidade perde mais uma de suas “Guerreiras” - a Ìyálòrìsà-Mãe Gildásia dos Santos do Terreiro Abassá de Ògún-Itapuã-Bahia . Após o ocorrido, os terreiros “organizados” e revoltados, moveram vários manifestos. O Governo Federal pressionado pela indignação popular oficializa a Lei 11.635, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 27 de dezembro de 2007.

Segue Programação:
14h00min-Histórico da Data 21 de Janeiro;
14h30min-Terreiros falam sobre o que ela significa para nossa Comunidade;
15h00min-Fórun Inter-religioso em Combate a Intolerância Religiosa;
15h30min-Apresentação do Projeto Festa do Odu(01/02/2011)-Orò Kínni;
16h00min-Catalogação dos Terreiros para o Sirè da Festa;
16h30min-Encerramento “Confraternização”.

Local: Núcleo Afro - Pátio de São Pedro



O quanto precisaremos caminhar para esta tal LIBERDADE, pouco se sabe.
Mas, uma certeza é plena:
Enquanto “JUNTOS” estivermos, “JUNTOS” encurtaremos o caminho.
Mo Jùbà, Mãe Elza de Yemoja - ILE ASE EGBÉ AWO(81) 3242.7529 / 8546.0005

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